HOME, filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.
O meu campo de visão
•Junho 20, 2009 • Deixe um comentário“O meu campo de visão é a minha janela para o mundo. O que vejo naturalmente se filtra por um processador de desejos, de vontades, de revolta, de saber, de opinião… Confundindo, baralhando e assumindo novas perspectivas, novas formas de ver por essa janela, que ainda que se feche um dia, deixará transparecer novos filmes.
E assim vou calmamente seguindo por estradas de prazer a fora, por encruzilhadas de revolta, por jazigos de amor. Deixo-me levar pela música que não pára de soar e que me embala neste furor gritante de desejo de conhecer esse mundo construído da experiência de uma vida de ambulante por países que não estão inscritos no mapa. “
Director de fotografia
•Junho 18, 2009 • Deixe um comentárioa poucos minutos do encontro com o Director de Fotografia Luís Branquinho…:)
“Mostra-me” o outro lado do cinema
•Junho 11, 2009 • Deixe um comentárioQuem nunca sentiu curiosidade de saber como se faz um filme? As imagens, o som, a música, a animação, quem
define? “Mostra-me” responde a estas e outras perguntas relacionadas com o “making of” e os bastidores do cinema nacional, ao mesmo tempo que homenageia os seus criadores.
A programação é da responsabilidade da actriz e realizadora Inês de Medeiros que repartiu a mostra por quatro fins de semana temáticos, entre os meses de Junho, Julho, Setembro e Outubro, e convidou Acácio de Almeida, um dos mais conceituados directores de fotografia; Joaquim Pinto e Vasco Pimentel, dois protagonistas da revolução sonora; Abi Feijó, um dos grandes nomes da animação com reconhecimento nacional e internaciol; e Bernardo Sassetti, compositor de bandas sonoras de filmes como “Alice” de Marco Martins e da recente estreia “Um amor de perdição” de Mário Barroso.
Cada convidado apresenta e comenta as produções mais representativas do seu trabalho e orienta masterclasses que cruzam expriências entre várias gerações da sétima arte e dão a conhecer as diversas técnicas numa estreita relação entre Quem faz e Quem fará.
A “Mostra-me” resulta de uma parceria entre o ICA – Institudo de Cinema e Audiovisual e a EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural.
Cinemas São Jorge . 18 a 21 de Junho. 16 a 19 de Julho . 10 a 13 de Setembro e 1 a 4 de outubro
Jorge Molder
•Junho 9, 2009 • Deixe um comentárioTive a oportunidade de visitar a exposição do artista fotógrafo Jorge Molder no Espaço Chiado 8, pela primeira vez
Jorge Molder expõem a série ‘Pinocchio’, 28 imagens que surgiram como registo documental sobre o processo de moldagem para duas instalações que exibiu em Espanha.
Recomendo uma visita Espaço Chiado 8 de forma a que possam conhecer esta série de Jorge Molder, ‘Pinocchio’.
ESPAÇO FIDELIDADE MUNDIAL CHIADO 8 – ARTE CONTEMPORÂNEA
Largo do Chiado, 8
1249-125 LISBOA
“Jorge Molder
Nascido em 1947, formado em Filosofia, Jorge Molder é um artista que fotografa e assim exprime a duplicidade, servindo-se não só da fotografia, como do próprio corpo – o resultado é, podemos dizê-lo, uma ficção e não um auto-retrato, uma possível referência a um qualquer aspecto (o dia-a-dia, o cinema, a literatura…) que, mesmo que surja sequenciado, não busca necessariamente a constituição em forma narrativa. A duplicidade surge também na construção/ recepção da fotografia: por um lado, a simplicidade no modo como o conceito transmitido é construído: um artista que se fotografa a si mesmo; por outro, a complexidade do sentido que as imagens pretendem veicular.
Jorge Molder realizou várias exposições nacionais e internacionais, individuais e colectivas. Actualmente reside e trabalha em Lisboa.”
“Sobre a série ”Pinnochio”:
No que se refere à série “Pinocchio” será decisivo reconhecer que sobre a superfície de uma máscara, de qualquer máscara, se fixa apenas uma expressão, facto que tem implicações evidentes no trabalho de Jorge Molder.
Confrontado com a imutabilidade deste rosto (de resto, como de qualquer outra parte do corpo replicado), o artista saberá que lhe está vedado o acesso à sua habitual fonte expressiva. Mas parece ser precisamente aqui que se joga o desafio de “Pinocchio” e se concretiza, em grande medida de forma inédita, a transferência do protagonismo que a performatividade do duplo assumia em muitas das séries anteriores para a performatividade do fotógrafo. Face a um duplo inerte, a um corpo que não responde, é toda a dimensão (visual e corporal) da perturbadora experiência do encontro do artista com uma réplica de si mesmo que congrega o potencial emotivo desta série.
No fundo, este poderá ser um exercício de resistência face à vertigem do abismo. Talvez seja por isso que o silêncio parece pairar sobre estas obras; um silêncio claro enquadrado pelo olhar de Molder que, debruçando-se sobre a escultura de si, lhe arranca registos que viajam entre a mera circunspecção e o pavor contido, entre o desalento e a perseverança.”
Casting para projecto Televisivo e Cinematográfico
•Maio 10, 2009 • Deixe um comentárioIrei neste momento iniciar castings de forma a achar personagens de ambos os sexos para projecto televisivo e
cinematográfico a ter início no próximo mês de Setembro.
Todos os interessados deverão fazer-me chegar a candidatura para o meu e-mail pessoal felix.helio@yahoo.com .
A candidatura deverá ser acompanhada por duas fotografias, rosto e uma outra de corpo inteiro.
As idades deverão ser compreendidas entre os 16 e os 55 anos.
Por entre “Tristão e Isolda”
•Abril 19, 2009 • Deixe um comentárioDesde 1170 são numerosas as obras literárias que fazem eco da lenda céltica de Tristão, personagem lendário da
Bretanha, modelo medieval do cavaleiro enamorado.
A história de Tristão é marcada por tragédias, dizia-se que ele nunca foi visto sorrindo, a começar por seu nascimento, onde seu pai é morto em batalha, perdendo o reino de Lionesse, e sua mãe morre no parto. Graças a estas tragédias, ele recebe o nome de Tristão.
Entre as versões mais célebres figuram a de Thomas da Bretanha e a de Gottfried de Estrasburgo, que daria origem ao drama musical em três actos, com libreto em verso e música de Richard Wagner.
No pequeno porto irlandês de Wexford, onde se encontrava Tristão e seus companheiros ancorados, um cruel dragão aterrorizava os habitantes. O rei Gormond prometera dar a mão de sua filha Isolda em casamento ao valente cavaleiro que matasse o dragão.
Tristão aceitou o desafio e enfrentou o dragão numa perigosa luta, finda a qual, após a morte da besta, cortou-lhe a língua, para servir de prova perante o rei, guardando-a no seu sapato. Ao regressar, porém, desfaleceu, pois a língua do dragão possuía um poderoso veneno.
Ao passar pelo local da luta, o mordomo-mor do rei Gormond deparou-se com o cadáver do monstro e aproveitou-se da situação. Cortou-lhe a cabeça e, após apresentá-la ao rei, reclamou a mão de Isolda, que cortejava havia muito tempo.
Isolda que o não desejava como marido, desconfiou da sua coragem. Com sua mãe foi ao local do combate e ali encontraram Tristão desfalecido.
Levaram-no para o palácio e, durante vários dias, cuidaram dos seus ferimentos. Isolda ao limpar a espada de Tristão, verificou que faltava um pedaço. Comparando a lâmina com um pedaço de metal que, retirado do crânio de seu tio Morholt, fora guardado por ela como relíquia, verificou que as partes se encaixavam perfeitamente. Tristão era sem dúvida o procurado assassino de seu tio, mas, como só ele poderia provar a impostura do mordomo-mor, Isolda seguindo os conselhos da mãe resolveu poupá-lo.
Ao saber que Tristão a pedia em casamento em nome do seu tio, o rei Marcos da Cornualha, Isolda mergulhou em profunda melancolia, mas decidiu acompanhá-lo. A rainha, que desejava a felicidade da filha ao lado do rei Marcos, confiou a uma criada uma poção mágica que os noivos deveriam beber juntos na noite de núpcias. Essa bebida, preparada à base de ervas, uniria o casal por um sentimento tão profundo que eles não poderiam sobreviver sequer a uma semana de separação.
No decorrer da viagem, porém, a criada por engano serviu a poção mágica a Tristão e Isolda. Daí em diante, nada mais poderia separá-los.
Tristão não ousou revelar a verdade ao tio, e o casamento de Isolda com o rei Marcos foi celebrado. Mas todos os dias Tristão encontrava-se com Isolda secretamente, num jardim, junto ao palácio ou mesmo nos aposentos da rainha. Apesar de todas as precauções, os barões descobriram os encontros e denunciaram a Marcos. Surpreendidos pelo marido traído, os dois amantes foram condenados sem julgamento a serem queimados vivos.
Ao longo do caminho que levava à fogueira, comprimia-se uma multidão entristecida. Ao passar diante de uma capela construída na beira de uma falésia, Tristão desejou rezar. Como os seus guardas haviam desamarrado as mãos, conseguiu escapar e precipitou-se no vazio, mas salvou-se ao agarrar-se a uma pedra que sobressaía no paredão. Em seguida, pulou para a praia e fugiu. Mais adiante, o seu escudeiro Gorneval esperava-o com cavalo e armas. Em seguida libertou Isolda.
Durante três anos, viveram escondidos na floresta. Tristão fez um arco, com o qual nunca perdia a presa, e Gorneval construiu uma cabana de galhos e troncos.
Um dia, o rei Marcos descobriu o esconderijo e encontrou Tristão e Isdolda adormecidos, abrigados no simples casebre. Sentiu pena daqueles corpos tão magros, que os andrajos mal cobriam. Anunciou que estava disposto a receber Isolda de volta na corte, mas Tristão deveria partir para longe.
A poção mágica já tinha perdido o efeito fazia muito tempo, mas Tristão e Isolda continuavam amando-se. Desolado teve de embarcar para a Armórica.
Na pequena Bretanha, Tristão colocou-se ao serviço do rei Hoel, tornando-se amigo de seu filho, o cavaleiro Kaherdin. Com o passar do tempo, Tristão pensou que poderia esquecer Isolda casando-se com outra mulher. Desposou a irmã de Kaherdin, que também se chamava Isolda e era conhecida como a Isolda das Brancas Mãos. Mas a lembrança da loura Isolda jamais abandonou Tristão, o que não passou despercebido aos olhos da esposa.
Quando está preste a morrer de uma infecção causada por uma seta envenenada, manda uma mensagem, implorando que Isolda da Irlanda viesse até ele e ordena que no retorno do barco, deveria estender velas brancas se a trouxessem e negras se ela não viesse.
Quando as velas brancas são vistas horizonte, a sua esposa Isolda das Brancas Mãos, louca de ciúmes, enganou Tristão, que já se encontrava enfraquecido demais para enxergar, dizendo que eram negras. Angustiado Tristão morre. Ao chegar, Isolda, a loura, viu o corpo de Tristão estendido na praia, não resiste e cai morta junto ao amado.
Os dois foram enterrados lado a lado. O rei Marcos ordenou que se plantasse uma roseira selvagem no túmulo de Isolda e uma videira no de Tristão. Ao crescer, as duas plantas enrolaram-se uma na outra.
Há quem diga, pelas semelhanças, que a lenda céltica do Rei Artur e da sua Távora Redonda se baseia na lenda de Tristão e Isolda
Os Zé Pedro dos Xutos
•Abril 11, 2009 • Deixe um comentárioJá está on-line o Music Vídeo da banda da Marinha Grande “Os Zé Pedro dos Xutos”, vídeo onde estive como assistente de Carlos M. Barros, o realizador deste mesmo Music Vídeo.











